TRILHA

Escrito por collodel@gmail.com às 19h35
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Barriga

Escrito por collodel@gmail.com às 13h00
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BBB

Escrito por collodel@gmail.com às 13h22
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História do Brasil

O "QUINTO DOS INFERNOS":
Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal.
Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".
Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.
O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam ...
"O Quinto dos Infernos".
E isso virou sinônimo de tudo que é ruim.
A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".
Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.
Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...
Para quê?
Para sustentar a corrupção?? os mensaleiros?? o Senado com sua legião de "diretores", a festa das passagens, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar nos 3 poderes (executivo/legislativo e judiciário).
Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa.
E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente! Desta maneira contribuimos para relembrar parte da História do Brasil! |
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Escrito por collodel@gmail.com às 14h25
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GRUPPO SAN PIETRO DI FELETTO
GRUPPO SAN PIETRO DI FELETTO Narciso Piccin capogruppo carismatico per vent’anni lascia la guida del Gruppo e consegna il “testimone” al giovane Jack Miraval. Commovente è stata l’ultima relazione del vecioo capogruppo Ciso Piccin, durante l’assemblea dei soci. Egli ha ricordato gli anni sessanta, anni difficili, in quanto pochi erano gli iscritti e pertanto ha dovuto impegnarsi seriamente per poter raggiungere quota novanta dì soci. A quei tempi tutto il lavoro inerente all'attività del gruppo ricadeva sulle sue spalle non essendo coadiuvato da un segretario. Lavoro sempre eseguito con zelo ed abnegazione e spesse volte rimettendoci di propria tasca, perchè era abituato a versare alla sezione la quota associativa di tutti gli iscritti al momento del ritiro del bollino e qualche volta qualcuno si dimenticava di rimborsano. Il vedo Ciso ha voluto mettere lo zaino a terra, e consegnare il testimone ad un giovanissimo. Noi gli auguriamo di poter partecipare, ancora per molti anni, alla vita del nostro sodalizio. Al neo capogruppo Jack Miraval, il quale — durante l’incontro annuale per il rinnovo del direttivo — ha voluto ringraziare il suo predecessore perchè ha saputo guidare il gruppo con saggezza, anche nei momenti più difficili, auguriamo buon e proficuo lavoro, e sappia calcare le orme del “nonno” con abilità. Attualmente il C.D. è così composto: capogruppo onorario Narciso Piccin; capogruppo Jack Miraval vicecapogruppo Mario Casagrande; segretario Angelo Miraval; tesoriere Sergio Da Lozzo; consiglieri: Alessandro Ceschin, Pietro Redio, Pierdomenico Antiga, Attilio Miraval, Narciso Piccin, Antonio Barel, Ermanno Bianco, Ottorino Ceschin, Giuseppe Collodel e Italo Roberti. Revisori dei conti Pietro Piccin, Attilio De Pollo e Dino Toè; alfieri Orfeo Ceschin e Ernesto De Pizzol.  Tre generazioni alpine. Ecco tre fieri-baldi alpini: il nonno Narciso Bozzon, classe 1914, del 70 Regg. Alpini;
il figlio Giorgio, classe 1945, del 30 art. Mont.; il nipote Stefano, classe 1970 dell’8° Regg. Alpini, Il gruppo augura alla benemerita famiglia ogni bene.
Escrito por collodel@gmail.com às 22h23
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Todo Homem deve Ler

Escrito por collodel@gmail.com às 13h37
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F800 GS



Escrito por collodel@gmail.com às 13h31
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Filha de vítima de latrocínio desabafa sobre insegurança
Filha de vítima de latrocínio desabafa sobre insegurança Ampliar Imagem“Hoje tenho vergonha de ser brasileira. Espero a Justiça”. Foi este o fim do pronunciamento da filha do comerciante vítima de latrocínio em Forquilhinha, Luiz Ceolin Isidoro, 49 anos, Débora Ceolin Isidoro Possamai, que também é presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Nova Veneza. As palavras de indignação sobre o fato que matou o pai de Débora – assassinado com três tiros por um adolescente de 17 anos em 25 de outubro - foram emitidas na Audiência Pública, que tratava sobre a revitalização da rodovia para ligar o município à BR-101. O espaço esteve lotado na noite desta quinta-feira. Revitalização como benefício para região
Lideranças políticas estiveram em debate sobre o pedido que se estende há anos da população do município. O prefeito Lei Alexandre, destaca que a revitalização da rodovia, não só beneficiará o município como toda região. “A força política local está empenhada para a conclusão desta obra que também vai favorecer toda região. É um pedido antigo e com apoio da comunidade tornará mais rápido e fácil de tornar realidade”, revela o prefeito. O deputado estadual, Valmir Comin, também esteve no ato e prometeu intensificar as reivindicações. Moradores de Nova Veneza, Maracajá e Siderópolis também marcaram presença, já que a futura obra beneficiará os municípios. Assassinado por um “gurizinho” de 17 anos, com 49 passagens No final da Audiência o espaço foi destinado para a filha da vítima de um dos crimes mais repercutidos neste ano. Débora defendeu a escola em tempo integral, acessibilidade ao esporte e educação, e redução da maioridade penal, como saídas para evitar a criminalidade. “Meu pai não tolerava qualquer tipo de violência. Nem do furto simples ao mais qualificado. E foi assassinado por um gurizinho de 17 anos, que tem 49 passagens pela polícia. Isso é um absurdo. Que lei é essa que protege cada vez mais quem faz algo de errado, e faz com que as pessoas de bem se tranquem cada vez mais em suas casas. Cercada de muro e alarmes e tendo que colocar grades em suas lojas”, aponta. Débora desafiou os protetores do Estatuto da Criança e Adolescente a repensarem sobre a lei. “Está mais que provado que passar a mão na cabeça do criminoso não vai fazer com que ele melhore. Quantos adolescentes bandidos essa lei recuperou?”, indagou, ressaltando que desde os 10 anos, trabalhava com o pai e novamente perguntou aos presentes, porque um menor de 12 anos pode optar livremente pelo mundo do crime, e é proibido de trabalhar. “Estamos discutindo sobre asfalto. Mas a população está bem mais preocupada com a segurança, com a vida”, comparou o tema em debate na Audiência. Débora também citou o investimento em presídios, escolas e efetivo das polícias. “Se nossos impostos tivessem retorno, ninguém reclamaria. Atualmente vivemos em regime semi-aberto”, conclui.
Escrito por collodel@gmail.com às 23h44
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SORTE

Escrito por collodel@gmail.com às 12h02
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Frase genial !!!
No "país dos impostos", os remédios para o ser humano, são taxados em mais que o dobro dos produtos de uso veterinário, o que originou esta sensacional frase de Joelmir Beting no Jornal da Band: "Se você entrar na farmácia tossindo,paga 34% de imposto; se entrar latindo, paga só 14% !!!
Escrito por collodel@gmail.com às 20h17
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PowerGen do Brasil

Escrito por collodel@gmail.com às 18h13
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Luiz Carlos Prates
“Como ser diferente no mundo dos iguais” “O melhor lugar para ter sucesso é onde você está” “Quem tira do trabalho apenas o dinheiro, ainda que ganhe muito dinheiro, está ganhando pouco. Para quem não gosta do que faz, trabalho é patogênico” “O laboratório do destino está na nossa mente. Deus nos dá o livre arbítrio. Vai e escreve a tua história. Através das tuas decisões” Luiz Carlos Prates
Escrito por collodel@gmail.com às 14h22
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DEUS CAPACITA OS ESCOLHIDOS
DEUS CAPACITA OS ESCOLHIDOS
Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: - Como você conseguiu fazer isso? impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis! Nesse instante, um ancião que passava pelo l ocal, comentou: - Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram: - Pode nos dizer como? - É simples - respondeu o velho. - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.
"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados,
CAPACITA OS ESCOLHIDOS. Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança Mt 22:14- Porque muitos são chamados. MAS POUCOS OS ESCOLHIDOS.
Confie...
As coisas acontecem na hora certa. Exatamente quando devem acontecer! Momentos felizes, louve a Deus. Momentos difíceis, busque a Deus. Momentos silenciosos, adore a Deus. Momentos dolorosos, confie em Deus. Cada momento, agradeça a Deus.
Escrito por collodel@gmail.com às 16h01
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informações sobre a família collodel
Os membros da família de Giovanni Collodel e Catherina Antiga que vieram a bordo da embarcação K.F.WILHELM era formada pelas seguintes pessoas: Filhos (as) | Cônjuges | Filhos(as) | Giuseppe | Maria Luigia Stival | | Bernardo | Giovanna Dal Colle | | Regina | Antonio Ceschim | Geremia, Maria e Eugênio | Giuglio | Luigia Ceschim | Luigi | Giovanni Giosuà | Regina Bottega | Antonio | Pietro | Maria De Pizzol | Rosa, Abele e Emília | Luigia | Matteo Dal Colle | | Maria Magdalena | | | | | |
Não há registros sobre a vinda de Giovanni Collodel, marido de Catherina Antiga, o que pressupõe que ela era viúva.
Constam no livro de Lúcio Borges (pag. 32) que quando da visita de D. Pedro II à Província do Paraná em 1880, os colonos aproveitaram para requerer benefícios, sendo que Catherina Antiga, colona moradora na Colônia Nossa Senhora do Porto, lote nº 27, suplicou a D. Pedro II, a graça de mandar para sua companhia seu filho Pietro, a mulher dele e os três filhos que o governo havia mandado para Santa Catarina, ficando assim i ncosolável a suplicante sem saber o destino que eles tiveram. Morretes, 2 de junho de 1880. Constam também, que na Colônia Nova Itália, Núcleo América, que Giovanni Collodel ficou no lote nº 21, Bernardo Collodel no lote nº 27 e Catherina Antiga no lote nº 27.
Escrito por collodel@gmail.com às 03h16
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